Wednesday, July 25, 2007

uns haldol, uns biperideno, uns fenergan, uns diazepan, umas clorpromazina, umas fluoxetina..


ihhhh ó!

Monday, July 23, 2007

É verdade. Esse negócio de grande amor é uma verdadeira chatice. Fica parecendo que sou uma daquelas que veste rosa e fica esperando o grande amor sentada no sofá de renda da sala. É claro que um amor pode ser grande sim, e eu me lembro de ter sentido coisa parecida. Mas da dureza da vida e da demora de um dia eu percebi que essas coisas não acontecem como nos filmes e nas grandes estórias. A vida real é bem menos nobre. E se nessas únicas vezes em que achei que poderia viver em um filme, o meu grande amor me foi negado, tenho motivos suficientes para achar que isso não existe, e se ainda existisse, estaria mesmo fora de moda. Os dias até aqui foram longos demais. E aquelas que vestem rosa e esperam no sofá de renda da sala se darão conta, tristemente, de que perderam seu tempo. Hoje eu acho que acredito mais nas circunstâncias do que nesse tal de grande amor.
Para mim, já foi o bastante. Para os outros, continuem acreditando.

Friday, July 20, 2007

Mais um achado interessante dessas minhas andanças pela cidade, que por sinal, também não me lembro de onde saiu..


PESSOAS SÃO MÚSICAS (Autor desconhecido)

Você já percebeu? Elas entram na vida da gente e deixam sinais.
Como a sonoridade do vento ao final da tarde. Como os ataques de guitarras e metais presentes em cada clarão da manhã.
Olhe a pessoa que está ao seu lado e você vai descobrir, olhando fundo, que há uma melodia no disco do seu olhar. Procure escutar.
Pessoas foram compostas para serem ouvidas, sentidas, interpretadas.
Para tocarem nossa vida com a mesma força do instante em que foram criadas, para tocarem suas vidas com toda essa magia de serem músicas.
De poderem alçar todos os vôos, de poderem vibrar com todas as notas e de poderem cumprir, afinal, todo o sentido que a elas foi dado pelo compositor.
Pessoas têm que fazer o sucesso que lhe desejamos.
Mesmo que não estejam nas paradas.
Mesmo que não toquem no rádio, apenas no coração.

Monday, July 16, 2007

Nessas minhas andanças, e eu não me lembro de verdade onde foi que eu me deparei com isso, eu encontrei algumas palavras e achei que seria pertinente colocá-las aqui.
Por tudo que aconteceu, que acontece ou que nunca vai acontecer.



"Não tenho medo da intimidade
e sim da indiferença, que para mim é doença das mais graves
Não tenho medo da modernidade
e sim da falta de romantismo
do consumismo que promete tapar qualquer furo
Não tenho medo do escuro, só do bicho-papão
que é traiçoeiro e conta histórias pra boi dormir
Não tenho medo de cair da cama
só de ouvir que me ama
quem de fato nunca se deu
Não tenho medo do que doeu
ou do que venha a doer
Só tenho medo de morrer sem viver um grande amor."

Wednesday, July 11, 2007

esse negócio de pensar muito acaba com saúde.. e desgasta a gente.


puta que pariu

Saturday, July 07, 2007

Continuo achando a vida muito engraçada.. como dizia uma profeta que conheci, a lingua é mesmo o chicote da bunda e eu sinto na pele esse sábio ditado a cada dia que passa. Subjetivamente. Mas o mais incrível é que depois de cada chicotada a vida vai seguindo no tempo dela, demorado, mas vai. As coisas vão se acalmando, e novamente passa um tornado e levanta tudo, e isso acaba que vira uma rotina que me faz ficar sempre em alerta.. igual aqueles alarmes contra terremoto, que já apita antes da terra começar a tremer. E eu penso que se não fosse assim seria entediante passar muito tempo no tornado ou na calmaria. E continuo me chicoteando. Não no sentido auto torturante da palavra, mas de me contradizer a todo momento. Hoje eu acho que não sei mais viver sem minhas contradições e, de uma certa forma, eu não posso ser eu de verdade se fosse de outro jeito, coerente. Então saudaremos as contradições, as confusões, os erros, as incoerências e as reviravoltas!
Se não posso fugir do caos, me entrego a ele com tudo que posso para que assim ele não me veja como uma estranha e não me faça mais mal. Considero-me agora parte integrante do furacão!
Eu sempre escutei essa música e nunca tinha parado pra pensar nela, até que um dia eu resolvi não escutar, mas ler.E foi então que eu descobri uma outra música por trás da que eu já conhecia.
"Seja eu,
Seja eu,
Deixa que eu seja eu,
aceita que seja seu.
E então deita e aceita eu.
Molha eu,
Seca eu,
Deixa que eu seja o céu.
E receba o que seja seu.
Anoiteça e amanheça eu.
Beija eu,
Beija eu,
Beija eu,
me beija.
Deixa, o que seja ser.
Então beba e receba
meu corpo no seu corpo,
eu no meu corpo.
Deixa.
Eu me deixo.
Anoiteça e amanheça"

Monday, July 02, 2007

"a língua é o chicote da bunda"